Médico é indiciado pela morte de jornalista em Brasília

16:34



O médico Haeckel Cabral, responsável pela cirurgia da jornalista Lanusse Martins, foi indiciado por homicídio doloso. Ela morreu durante uma lipoaspiração em uma clínica, em Brasília. Leia mais...

Leia Mais…
Bookmark e Compartilhe
Artigos Relacionados

Mesmo com riscos a aplicação de silicone industrial atrai cada vez mais mulheres

03:33

(ORB) - Durante os últimos seis meses, a cada três dias, uma travesti deu entrada no único ambulatório do País especializado no atendimento deste público, exibindo as cruéis marcas causadas pela aplicação do silicone industrial. A prática, clandestina, também está se disseminando entre mulheres.


Usada para turbinar os seios e nádegas com baixíssimo custo, o procedimento vem vitimando pacientes por todo Brasil com reações alérgicas, deformações severas no corpo e dificuldades para andar, além de mortes por infecção generalizada.

A diferença entre o silicone industrial e as próteses tradicionais é o produto utilizado e também a forma de aplicação. Enquanto as cirurgias plásticas normais são realizadas em clínicas aprovadas pela vigilância sanitária com custo mínimo de R$ 2 mil (apenas a prótese), a aplicação irregular é feita por pessoas sem o menor conhecimento de medicina, chamadas de “bombadeiras”, em unidades "fundo de quintal". O material utilizado nestes casos são os silicones líquidos, R$ 20 o vidro, fabricados inicialmente para limpar carros por exemplo. São injetados por uma seringa em condições precárias de higiene.

Na ausência de estatísticas oficiais sobre as seqüelas do silicone industrial – injetado na face, nas nádegas e nos seios – os casos que chegam aos consultórios públicos e privados evidenciam o alto preço da vaidade pago ou por quem, a qualquer custo, quer formas femininas ou por mulheres que insistem em seguir padrões estéticos irreais.

De agosto a janeiro, só no Ambulatório de Saúde Integral para Travestis e Transexuais do Centro de Referência e Treinamento DST/Aids de São Paulo, foram 73 pacientes acolhidos na tentativa de tratar os males do silicone industrial. Em Minas Gerais, o cirurgião plástico Marilho Dornellas, conta que só na última semana atendeu três mulheres no hospital municipal de Juiz de Fora e em sua clínica particular para tratar o mesmo problema, com a necessidade de cirurgias reparadoras em série.

"A aplicação de silicone industrial é antiga, desde a década de 70, e começou sendo usada por travestis", afirma Dornellas. "Recentemente, o que tivemos de novidade no cenário é a crescente adesão de mulheres ao procedimento, atraídas pelo baixo custo dos implantes", completa o médico. Agora, conta ele, "a fatura" da cirurgia plástica clandestina está sendo cobrada. "As seqüelas chegam aos montes, com a missão de servir de exemplo para que a nova geração rejeite o procedimento que usa silicone industrial", alerta o especialista.

Espelho cruel

Os casos que chegam assiduamente ao Ambulatório para Travestis de São Paulo servem de cenário das consequências. A psicóloga da unidade, Judit Lia Busanello, conta que a maior parte exibe pés e pernas deformadas, já que o silicone ilegal aplicado nas nádegas desce para os membros inferiores. Existem também os casos de silicones aplicados nos seios que descem para a barriga, deixando evidências que não podem ser disfarçadas.

"Os danos físicos são devastadores, com muita dor, mas o impacto psicológico não pode ser descartado. São pacientes que vão atrás do sonho da beleza e vivem um pesadelo."
Os cirurgiões plásticos afirmam que nem sempre é possível reverter os danos causados pelo silicone industrial, já que as cavidades no corpo necessárias para a retirada do produto químico pode ser fatais.

Os casos de aplicação noticiados pela mídia de 2005 para cá – em São Paulo, na Bahia, em Minas e no Rio Grande do Sul – em sua maioria retratam mortes instantâneas de pacientes, já que o silicone também pode entrar na corrente sanguínea e provocar septicemia (infecção generalizada).

Padrão estético

A perigosa onda do silicone industrial surgiu em conseqüência da moda das próteses, que caiu no gosto dos brasileiros. Segundo o último relatório da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBPC), o número de cirurgias estéticas das mamas ultrapassou a quantidade de lipoaspirações realizadas no País, até então a recordistas de procedimentos.

De um total de 629 mil cirurgias plásticas feitas em 2008, 151 mil foram de mama e outros 91 mil de lipo. Quatro anos antes, as lipoaspirações somavam 198.137 e as cirurgias de mama 117.759. Na época em que o estudo foi divulgado pela Sociedade, médicos afirmaram que um dos possíveis motivos para as alterações na preferência é a mudança do padrão estético, mais "americanizado", com seios bem fartos.


Leia mais (oriobranco.net)

---------
Não sabe quanto custa uma Cirurgia Plástica? Clique aqui e compare preços no Shopping UOL
---------

Leia Mais…
Bookmark e Compartilhe
Artigos Relacionados

Cirurgia Plastica nas pálpebras

06:49

(Vila Baton) - Todo mundo tem um defeitinho que gostaria de corrigir. Eliminar a celulite, a barriguinha ou os culotes, ter seios maiores ou reduzir a mama, enfim, a lista é grande.


Mas para algumas mulheres, o que está em jogo não é apenas a questão estética, mas sim cultural.

As japonesas e coreanas convivem com a chamada ocidentalização, ou seja, com o passar dos anos passaram a adotar os nossos costumes, principalmente dos norte americanos, e com isso também criaram o desejo de tirar a sua principal marca dos olhinhos puxados.

Enquanto que no Brasil, o aumento de mama e a lipoaspiração são os procedimentos mais procurados - segundo o último estudo da Sociedade Brasileira de Dermatologia - a cirurgia nas pálpebras, para projetar e tornar os olhos maiores é cada vez mais popular no Japão e Coréia.

Chamada de blefaroplastia, ela é feita na dobra ou côncavo e no canto externo pálpebra, pois uma parte dos orientais têm uma superfície plana na pálpebra superior. Dessa forma se consegue abrir a região das pálpebras.

O cirurgião aponta que no Brasil a cirurgia não é tão procurada por conta da "ocidentalização", mas também pela própria aparência. "Considero que a motivação para estas cirurgias estão também ligadas a questões pessoais: essa característica desagrada a alguns, que reclamam do aspecto de inchaço que confere ao olhar ou até da dificuldade de maquiar-se, no caso das mulheres", explica.

Para ter olhos mais abertos é usada a anestesia local e uma incisão de 5 a 8mm que começa no cílio e segue até a dobrinha das pálpebras. Em seguida, é feita a retirada da gordura, conforme explica Ruben Penteado, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. "A cirurgia de ocidentalização consiste em retirar parte da gordura existente nas pálpebras superiores, típica dos rostos orientais. Depois, é feita uma ‘dobrinha’ em cima dos olhos".

Entre os cuidados pré-operatórios, Penteado cita uma avaliação cuidadosa para se indicar com precisão a cirurgia. O paciente precisa ter mais de 18 anos. "Devem ser avaliados também a presença de problemas visuais; de pregas uni ou bilaterais; a espessura das pálpebras; a assimetria, o formato e o tamanho de fenda palpebral, assim como a inserção e a altura dos ligamentos cantal, medial e lateral, na presença de cicatrizes", explica o médico.

Tudo é feito em ambiente cirúrgico, com duração de aproximadamente 1 hora. Depois disso é necessário repouso por cerca de cinco dias. Durante o pós-operatório a exposição direta ao sol, o cirurgião não indica a exposição direta ao sol, principalmente, enquanto persistirem as manchas roxas. ‘Após este período, protetor solar e bons óculos escuros são indispensáveis para sair de casa", finaliza.


Saiba mais (VilaBatom.terra.com.br)

---------
Não sabe quanto custa uma Cirurgia Plástica? Clique aqui e compare preços no Shopping UOL
---------


Leia Mais…
Bookmark e Compartilhe
Artigos Relacionados