Olheiras e bolsas de gordura: problemas que provocam desarmonia no rosto

12:44


Sempre associamos olheiras a noites mal dormidas, mas estresse, cansaço físico e emocional, genética, alterações hormonais e TPM também integram a lista dos responsáveis pelo aparecimento das temíveis sombras abaixo dos olhos.

(SEGS) - “Sob a fina pele abaixo dos olhos, localiza-se um tecido subcutâneo frouxo, onde estão espalhados pequenos vasos sangüíneos. A fadiga libera substâncias químicas que estimulam a vasodilatação. O resultado é um maior afluxo de sangue nessa área, formando-se, assim, uma espécie de sombra na pele. É a olheira”, explica o cirurgião plástico Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada.

O incômodo que as olheiras provocam é enorme. Envelhecem, dão a impressão de cansaço, de desleixo... Ou seja, uma porção de características negativas para quem as estampa no rosto. “O aspecto escurecido ou avermelhado das olheiras é provocado pelo depósito de melanina na região, dilatação dos vasos sanguíneos ou congestão vascular.

Existem também olheiras que se formam, quando a região abaixo dos olhos é mais funda que o normal, formando uma sombra, devido à formação óssea da pessoa e enfatizando os vasinhos ou o acúmulo de gordura, que marcam o rosto”, explica o cirurgião plástico.

A melhor maneira de prevenir o aparecimento das olheiras é seguindo a fórmula da vida saudável: alimentação balanceada, exercícios físicos, noites bem dormidas, nada de abusos... “ Mas quando é necessário tratar o problema, existem alternativas para todos os tipos de olheiras. Algumas medidas são velhas conhecidas: compressas frias de chá de camomila, cosméticos com ativos despigmentantes e peelings clareadores. Quando o quadro é mais complexo, pode-se indicar preenchimentos e até mesmo uma cirurgia plástica”, explica o médico.

Preenchimento para olheiras

Para tratar olheiras muito profundas, é possível fazer um preenchimento da área com ácido hialurônico. “Esta alternativa é indicada para pessoas que têm a região abaixo dos olhos mais funda, o que ajuda a formar a sombra, devido à conformação óssea do local. Ao contrário do tratamento de rugas, onde o preenchimento é aplicado superficialmente, aqui, é preciso fazer uma aplicação mais profunda da substância para combater as olheiras”, explica o médico.

O efeito pode ser percebido dentro de um a quatro dias, após a aplicação da substância, período necessário para que o inchaço regrida. “Além de o ácido hialurônico preencher a região por ocupar volume, ele também estimula a produção de colágeno, melhorando a textura da pele do local. O efeito pode perdurar por até um ano, depois, a substância é reabsorvida pelo organismo”, diz Ruben Penteado, que é membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Plástica para pôr fim às bolsas de gordura e às olheiras

Além de retirar as bolsas de gordura dos olhos, a blefaroplastia contribui também para o fim das olheiras. “Esse procedimento não é indicado para casos em que a pessoa apresenta apenas a região abaixo dos olhos, escurecida. É preciso que a olheira seja caracterizada também pelo volume extra na região abaixo dos olhos”, explica Penteado.

A blefaroplastia consiste em fazer uma pequena incisão na mucosa abaixo dos olhos, através da qual o cirurgião plástico retira as bolsas de gordura. No pós-operatório, a recomendação é fazer compressas frias e evitar a exposição ao sol. “Os resultados podem ser percebidos logo após a regressão do inchaço, o que costuma acontecer entre 07 sete e 14 dias, após a cirurgia, quando o paciente ganha um olhar rejuvenescido e livre das olheiras”, diz o diretor do Centro de Medicina Integrada.



Leia mais - (segs.com.br)

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Médico é indiciado pela morte de jornalista em Brasília

16:34



O médico Haeckel Cabral, responsável pela cirurgia da jornalista Lanusse Martins, foi indiciado por homicídio doloso. Ela morreu durante uma lipoaspiração em uma clínica, em Brasília. Leia mais...

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Mesmo com riscos a aplicação de silicone industrial atrai cada vez mais mulheres

03:33

(ORB) - Durante os últimos seis meses, a cada três dias, uma travesti deu entrada no único ambulatório do País especializado no atendimento deste público, exibindo as cruéis marcas causadas pela aplicação do silicone industrial. A prática, clandestina, também está se disseminando entre mulheres.


Usada para turbinar os seios e nádegas com baixíssimo custo, o procedimento vem vitimando pacientes por todo Brasil com reações alérgicas, deformações severas no corpo e dificuldades para andar, além de mortes por infecção generalizada.

A diferença entre o silicone industrial e as próteses tradicionais é o produto utilizado e também a forma de aplicação. Enquanto as cirurgias plásticas normais são realizadas em clínicas aprovadas pela vigilância sanitária com custo mínimo de R$ 2 mil (apenas a prótese), a aplicação irregular é feita por pessoas sem o menor conhecimento de medicina, chamadas de “bombadeiras”, em unidades "fundo de quintal". O material utilizado nestes casos são os silicones líquidos, R$ 20 o vidro, fabricados inicialmente para limpar carros por exemplo. São injetados por uma seringa em condições precárias de higiene.

Na ausência de estatísticas oficiais sobre as seqüelas do silicone industrial – injetado na face, nas nádegas e nos seios – os casos que chegam aos consultórios públicos e privados evidenciam o alto preço da vaidade pago ou por quem, a qualquer custo, quer formas femininas ou por mulheres que insistem em seguir padrões estéticos irreais.

De agosto a janeiro, só no Ambulatório de Saúde Integral para Travestis e Transexuais do Centro de Referência e Treinamento DST/Aids de São Paulo, foram 73 pacientes acolhidos na tentativa de tratar os males do silicone industrial. Em Minas Gerais, o cirurgião plástico Marilho Dornellas, conta que só na última semana atendeu três mulheres no hospital municipal de Juiz de Fora e em sua clínica particular para tratar o mesmo problema, com a necessidade de cirurgias reparadoras em série.

"A aplicação de silicone industrial é antiga, desde a década de 70, e começou sendo usada por travestis", afirma Dornellas. "Recentemente, o que tivemos de novidade no cenário é a crescente adesão de mulheres ao procedimento, atraídas pelo baixo custo dos implantes", completa o médico. Agora, conta ele, "a fatura" da cirurgia plástica clandestina está sendo cobrada. "As seqüelas chegam aos montes, com a missão de servir de exemplo para que a nova geração rejeite o procedimento que usa silicone industrial", alerta o especialista.

Espelho cruel

Os casos que chegam assiduamente ao Ambulatório para Travestis de São Paulo servem de cenário das consequências. A psicóloga da unidade, Judit Lia Busanello, conta que a maior parte exibe pés e pernas deformadas, já que o silicone ilegal aplicado nas nádegas desce para os membros inferiores. Existem também os casos de silicones aplicados nos seios que descem para a barriga, deixando evidências que não podem ser disfarçadas.

"Os danos físicos são devastadores, com muita dor, mas o impacto psicológico não pode ser descartado. São pacientes que vão atrás do sonho da beleza e vivem um pesadelo."
Os cirurgiões plásticos afirmam que nem sempre é possível reverter os danos causados pelo silicone industrial, já que as cavidades no corpo necessárias para a retirada do produto químico pode ser fatais.

Os casos de aplicação noticiados pela mídia de 2005 para cá – em São Paulo, na Bahia, em Minas e no Rio Grande do Sul – em sua maioria retratam mortes instantâneas de pacientes, já que o silicone também pode entrar na corrente sanguínea e provocar septicemia (infecção generalizada).

Padrão estético

A perigosa onda do silicone industrial surgiu em conseqüência da moda das próteses, que caiu no gosto dos brasileiros. Segundo o último relatório da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBPC), o número de cirurgias estéticas das mamas ultrapassou a quantidade de lipoaspirações realizadas no País, até então a recordistas de procedimentos.

De um total de 629 mil cirurgias plásticas feitas em 2008, 151 mil foram de mama e outros 91 mil de lipo. Quatro anos antes, as lipoaspirações somavam 198.137 e as cirurgias de mama 117.759. Na época em que o estudo foi divulgado pela Sociedade, médicos afirmaram que um dos possíveis motivos para as alterações na preferência é a mudança do padrão estético, mais "americanizado", com seios bem fartos.


Leia mais (oriobranco.net)

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Cirurgia Plastica nas pálpebras

06:49

(Vila Baton) - Todo mundo tem um defeitinho que gostaria de corrigir. Eliminar a celulite, a barriguinha ou os culotes, ter seios maiores ou reduzir a mama, enfim, a lista é grande.


Mas para algumas mulheres, o que está em jogo não é apenas a questão estética, mas sim cultural.

As japonesas e coreanas convivem com a chamada ocidentalização, ou seja, com o passar dos anos passaram a adotar os nossos costumes, principalmente dos norte americanos, e com isso também criaram o desejo de tirar a sua principal marca dos olhinhos puxados.

Enquanto que no Brasil, o aumento de mama e a lipoaspiração são os procedimentos mais procurados - segundo o último estudo da Sociedade Brasileira de Dermatologia - a cirurgia nas pálpebras, para projetar e tornar os olhos maiores é cada vez mais popular no Japão e Coréia.

Chamada de blefaroplastia, ela é feita na dobra ou côncavo e no canto externo pálpebra, pois uma parte dos orientais têm uma superfície plana na pálpebra superior. Dessa forma se consegue abrir a região das pálpebras.

O cirurgião aponta que no Brasil a cirurgia não é tão procurada por conta da "ocidentalização", mas também pela própria aparência. "Considero que a motivação para estas cirurgias estão também ligadas a questões pessoais: essa característica desagrada a alguns, que reclamam do aspecto de inchaço que confere ao olhar ou até da dificuldade de maquiar-se, no caso das mulheres", explica.

Para ter olhos mais abertos é usada a anestesia local e uma incisão de 5 a 8mm que começa no cílio e segue até a dobrinha das pálpebras. Em seguida, é feita a retirada da gordura, conforme explica Ruben Penteado, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. "A cirurgia de ocidentalização consiste em retirar parte da gordura existente nas pálpebras superiores, típica dos rostos orientais. Depois, é feita uma ‘dobrinha’ em cima dos olhos".

Entre os cuidados pré-operatórios, Penteado cita uma avaliação cuidadosa para se indicar com precisão a cirurgia. O paciente precisa ter mais de 18 anos. "Devem ser avaliados também a presença de problemas visuais; de pregas uni ou bilaterais; a espessura das pálpebras; a assimetria, o formato e o tamanho de fenda palpebral, assim como a inserção e a altura dos ligamentos cantal, medial e lateral, na presença de cicatrizes", explica o médico.

Tudo é feito em ambiente cirúrgico, com duração de aproximadamente 1 hora. Depois disso é necessário repouso por cerca de cinco dias. Durante o pós-operatório a exposição direta ao sol, o cirurgião não indica a exposição direta ao sol, principalmente, enquanto persistirem as manchas roxas. ‘Após este período, protetor solar e bons óculos escuros são indispensáveis para sair de casa", finaliza.


Saiba mais (VilaBatom.terra.com.br)

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Prótese mamária não tem relação com câncer de mama, diz pesquisa

13:03

(G1) - Estudo acompanhou mais de 2 milhões de mulheres desde 1972.
Médico comenta as comprovações de inexistência de vínculo.


Com o aumento do número de cirurgias para implante de próteses de mama, a preocupação sobre as possíveis relações com problemas de saúde cresce entre as mulheres.


O assunto já foi amplamente estudado e os resultados são conclusivos. Uma pesquisa patrocinada pelo Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos acompanhou desde 1972 mais de 2 milhões de mulheres que colocaram próteses.


As próteses de mama definitivamente não têm relação nenhuma com câncer de mama. Em alguns estudos, as mulheres com implantes apresentaram até mesmo uma frequência menor desse tipo de câncer.

O estudo permitiu ainda a avaliação da frequência de outros tipos de tumores, como de estômago, intestino e pulmão. A ocorrência desses tumores também não tem ligação com as próteses.
Para aquelas mulheres que receberam próteses para a reconstrução da mama depois de uma cirurgia por câncer, também não existe perigo maior de retorno da doença ou modificação da taxa de sobrevivência.

Outro questionamento já levantado diz respeito às chamadas doenças do tecido conjuntivo, como artrite reumatoide e outras. O grupo do Instituto Nacional do Câncer conseguiu rever mais de 40% dos prontuários médicos das pacientes que questionavam a ligação das doenças e os entregou para especialistas independentes. A revisão externa dos registros médicos mostrou que, mais uma vez, a relação não se confirmava.

Importante é ressaltar que após a decisão de se submeter a uma cirurgia para implante de próteses mamárias, a mulher deve passar por uma avaliação pré-operatória rigorosa para diminuir os riscos de complicações depois da operação.

Outra recomendação da Sociedade de Cirurgia Plástica é que as pacientes procurem conhecer as referências do cirurgião e, se tiver dúvidas, consulte a sociedade para garantir que ele está credenciado para fazer a cirurgia.


Leia mais no site do G1

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Enfermeira morre após fazer três cirurgias plásticas de uma só vez em SP

09:32


A enfermeira Sabrina Machado da Silva, 31 anos, morreu na noite de domingo após fazer uma cirurgia plástica na Santa Casa de São Simão. Ela teria se submetido a cirurgias de abdome, implante de silicone na mama e lipoaspiração.

Sabrina é de Ribeirão Preto, mas mudou para São Simão há quatro anos após se casar com um advogado da cidade.

Armando Benedito de Almeida, provedor da Santa Casa de São Simão, disse informalmante que vai abrir sindicância para apurar se houve erro na cirurgia.

Segundo uma funcionária do hospital, que não quis se identificar, dois médicos realizaram a cirurgia. Segundo ela, eles não trabalham no hospital, mas fazem plantão durante os finais de semana.

Ainda de acordo com a funcionária, os dois já fizeram várias plásticas e são considerados bons profissionais.

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Quando uma Cirurgia plástica precisa de correção

11:21

Nenhuma operação plástica para o tempo, portanto o envelhecimento continua, mesmo que um paciente satisfeito opte por fazer outras cirurgias algumas décadas depois. Mas e se a sua operação plástica nunca o agradar, não por causa de complicações ou de cicatrizes monstruosas, mas simplesmente por causa da estética?

(Último segundo) - Talvez a técnica do seu primeiro cirurgião não tenha resultado apenas em uma mandíbula mais delineada, mas também em uma pele e boca esticadas. Ou seu nariz já não tem aquela certa saliência, mas após a cirurgia ficou assimétrico.

Atualmente, existe tamanha quantidade de pacientes descontentes com o resultado de suas cirurgias plásticas que muitos médicos passaram a comercializar as cirurgias de correção, conhecidas nos Estados Unidos como re-do.

Não é difícil encontrar websites de cirurgiões que descrevem em detalhes como um nariz assimétrico ou uma plástica insatisfatória podem ser corrigidos.

No mês passado, Dr. Sam T. Hamra, cirurgião de plástico em Dallas, publicou o livro "The Facelift Letdown: When Results Don't Meet Expectations" (O Desapontamento da Cirurgia Plástica: Quando Resultados não Correspondem às Expectativas, em tradução livre) para armar os pacientes com informações para que eles possam articular melhor seus desejos a seus médicos e evitar o descontentamento após a cirurgia.

Nenhuma organização acompanha quantos procedimentos são feitos para corrigir as cirurgias cosméticas. (Para complicar a situação, alguns médicos retocam seus próprios trabalhos caso não atinjam as expectativas de seus pacientes.)

Na atual situação econômica, a cirurgia cosmética está em baixa, e o retoque em pacientes infelizes também passa por dificuldades. Mas médicos que fazem muitos retoques de operações plásticas como lifting e nariz (dois re-dos muito comuns) dizem que demanda por este tipo de operação ainda é alta.

Os motivos variam, dependendo do procedimento. Por exemplo, a rinoplastia é difícil porque os cirurgiões não têm como controlar a cicatrização e a qualidade dos materiais. A cartilagem pode ser muito grossa ou muito fina; a pele pode enrugar em cima de um nariz recentemente refeito e não obedecer à mão do cirurgião.

"É uma operação difícil com muitas variáveis", explica o Dr. James C. Grotting, editor do livro de ensino "Reoperative Aesthetic and Reconstructive Plastic Surgery" ( Cirurgia Plástica Estética e Reconstrutiva, em tradução livre). "Portanto, mesmo nas melhores mãos, de especialistas em rinoplastia", segundo ele, ainda há "uma taxa de retoque de até 20%".

Hoje em dia a propaganda cria expectativas irreais, disse Grotting, cuja consultório fica em Birmingham, Alabama. A ideia de que uma cirurgia plástica pode ser rápida, simples, indolor, "todas estas frases comerciais são usadas em peso para convencer os pacientes", ele disse.

Quando o assunto é cirurgia plástica, disse Hamra, o "paciente sempre tem razão". "Se um cirurgião não der o que o paciente quer, outro dará", ele disse.

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Entrevista: Aumento das mamas com ácido hialurônico

10:41

Segundo pesquisa realizada recentemente pelo Instituto DataFolha e a SBCP - Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, os procedimentos para aumento de mama representam 21% das intervenções estéticas e ocupam o primeiro lugar no ranking de cirurgias plásticas no Brasil.

A posição de destaque que a cirurgia de mama ocupa no universo da estética estimula o desenvolvimento de novas técnicas e uma que vem sendo debatida no mercado brasileiro é a aplicação do ácido hialurônico para aumento dos seios, como um procedimento não-invasivo, sem anestesia e que pode turbinar o visual de quem tem medo de enfrentar uma cirurgia plástica. Mas, será que vale a pena?

Quem gosta de novidade deve ir devagar. “A aplicação do ácido hialurônico para o aumento das mamas ainda não possui estudos científicos que avaliem os reais efeitos ou complicações que ele pode trazer para a beleza e saúde da mulher. Pode ocorrer infiltração no músculo peitoral ou mesmo dentro da glândula mamária, além da grande quantidade de ácido necessária para dar volume, o que aumentaria os custos do procedimento.

É preciso lembrar também que a substância é reabsorvível e o volume irá diminuir num prazo curto, quando comparamos com o efeito da prótese”, esclarece Dr. Alexandre Mendonça Munhoz (CRM-SP 81.555), médico especialista em cirurgia plástica de mama e oncoplástica, Membro Especialista e Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Membro Consultor do corpo de revisores internacionais das revistas americanas Annals of Plastic Surgery e Plastic Reconstructive Surgery, Membro do Corpo Editorial da Revista Brasileira de Cirurgia Plástica, além de integrar o corpo clínico dos Hospitais Sírio-Libanês, Albert Einstein, Fleury, Oswaldo Cruz e São Luis.

Sobre o assunto, o Dr. Alexandre Munhoz explica com detalhes o uso da substância para esta finalidade. Confira a entrevista abaixo com o especialista.

1-Como surgiu a idéia de aplicar o ácido hialurônico para aumento das mamas? As experiências clínicas até o presente momento com a utilização do acido hialurônico (AH) em mamas são limitadas e com pouco número de casos para poder avaliar os reais efeitos benéficos ou mesmo as complicações do seu uso para este caso, especificamente.

O ácido hialurônico é um polímero da família dos polissacarídeos, absorvível, biocompatível e utilizado em larga escala desde a década de 90 para o tratamento de rugas e pequenas depressões cutâneas. Normalmente, são pequenos volumes (de 1 a 5 ml) injetados dentro da camada dérmica da pele. A partir de meados do ano 2000, e decorrente da maior evolução e refinamento na produção do polímero desse ácido, como maior pureza na molécula e, por conseqüência, menor reação local, novas aplicações clínicas começaram a surgir.

Estes polímeros mais modernos começaram a ser indicadas para o tratamento de depressões cutâneas maiores, pós-lipoaspiração e seqüelas profundas de acne com irregularidades na face. Em 2006 na Suécia, iniciou-se um estudo prospectivo avaliando o uso do ácido hialurônico de última geração (Macrolane) no tratamento de irregularidades do contorno corporal. Neste estudo, que é o único no mundo publicado sobre aumento de mama e divulgado agora em 2009, um dos grupos avaliados era de pacientes com hipomastia (mamas pequenas).

No estudo, 19 pacientes foram submetidas à injeção do Macrolane com volume médio de 200ml e na posição atrás da glândula mamária e na frente do músculo peitoral. Com dois anos de seguimento, 40% do volume inicial injetado ainda permanecia. Dentre as principais complicações, o estudo observou reações como dor intensa durante a injeção, reação local e endurecimento e processo inflamatório temporário. Segundo os autores, no seguimento de dois anos com mamografia e ultrasom não foram observados alterações importantes como nódulos e calcificações, porém o acompanhamento ainda continua.

2- Por que esse tipo de uso do ácido hialurônico não é recomendado? Porque fora o estudo Sueco, não existe nenhuma outra pesquisa cientifica avaliando os resultados no longo prazo, após a injeção de grandes volumes de ácido hialurônico. Isto avaliando-se apenas os estudos científicos controlados e publicados em revistas cientificas indexadas. Ademais, mesmo o estudo sueco é limitado, pois o número de pacientes é pequeno (19) e o tempo de seguimento muito curto (2 anos). Assim, não há evidência científica até o momento dos efeitos positivos ou mesmo das complicações na injeção de grandes volumes na mama.

3- Quais as conseqüências que ele pode trazer para a região mamária? Pode ocorrer infiltração no músculo peitoral ou mesmo dentro da glândula mamária. Isto pode levar a formação de nódulos ou calcificações que atrapalhariam o acompanhamento com mamografia e ultrassom. Como existe a necessidade de injeção de grandes volumes (mais de 100ml) para se obter um bom resultado, a chance de erro na injeção ou mesmo de reação local (inflamação) é muito maior. Assim, há a necessidade de estudos mais detalhados e profundos para avaliar os resultados no aumento de mama.

Outro ponto fundamental é que ate o presente momento não há estudos que avaliem se grandes volumes de ácido hialurônico não poderiam ser absorvidos pelos vasos linfáticos e chegarem a circulação sanguínea e, com conseqüente embolia para fígado, rins ou outro órgão vital.

4- Se uma mulher realizar este tipo de aplicação e logo após ficar grávida, o ácido hialurônico pode interferir na futura amamentação? Não há estudos que avaliam este aspecto. Teoricamente não, desde que a injeção tenha sido feita totalmente na região retroglandular. Mas nada impede que algumas moléculas cheguem aos lóbulos mamários (ou por difusão direta ou por erro na aplicação) e entrem em contato com o leite materno. Há a necessidade de estudos futuros, porque o trabalho sueco não avaliou esta questão.

5-Em sua avaliação, quais são os principais uso do ácido hialurônico, atualmente? O ácido hialurônico pode ser aplicado no tratamento de pequenas irregularidades cutâneas como depressões pós vacina, seqüelas de lipoaspiração ou cicatrizes deprimidas, onde o volume injetado não exceda a quantidade de 20 a 30ml. Nas rugas faciais e sulcos, essa substância tem excelente indicação e a experiência com o seu uso tem mais de 15 anos, mostrando que os resultados são seguros e previsíveis, conferindo naturalidade às regiões que receberam a substância.

Perfil: Alexandre Mendonça Munhoz (CRM-SP 81.555) – Cirurgião Plástico - Graduado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), Mestre e Doutor em Cirurgia Plástica na área de Cirurgia Mamária pela HC-FMUSP, Dr. Munhoz é Coordenador do Grupo de Reconstrução Mamária do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Membro Especialista e Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Membro Consultor do corpo de revisores internacionais das revistas americanas Annals of Plastic Surgery e Plastic Reconstructive Surgery, Membro do Corpo Editorial da Revista Brasileira de Cirurgia Plástica, além de integrar o corpo clínico dos Hospitais Sírio-Libanês, Albert Einstein, Fleury, Oswaldo Cruz e São Luis.

O foco científico levou o Dr. Munhoz a desenvolver 6 técnicas cirúrgicas originais descritas e publicadas internacionalmente: 4 na área de reconstrução mamária pos-câncer – oncoplástica; 1 na área de prótese de mama via axilar e 1 na área de cirurgia da intimidade (ninfoplastia/redução de pequenos lábios).

Com uma intensa atuação acadêmica, Dr. Alexandre possui 87 trabalhos científicos publicados em jornais e revistas do meio médico, sendo que 47 estudos estão indexados no www.pubmed.com (site da biblioteca médica norte-americana). O especialista já escreveu 24 capítulos de livros, sendo que sete deles integram livros internacionais.


Fonte

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Cirurgia plástica x prática esportiva

18:42

(Redenoticia) - Especialista esclarece sobre os riscos da prática esportiva após a cirurgia plástica e confira na tabela o tipo de cirurgia e o prazo para retorno à prática esportiva ou fitness. “Quanto tempo preciso esperar para voltar a fazer exercícios físicos ou outra atividade esportiva, após a cirurgia plástica?”.


Esta é uma dúvida muito freqüente para quem planeja se submeter a uma cirurgia estética, já está acostumado a freqüentar academia ou sabe que será preciso se exercitar para manter os resultados da plástica.

Como cada procedimento exige cuidados diferenciados, o retorno às práticas esportivas também requer planejamento. “Existe um período de pós-operatório, no qual o corpo está se adaptando às novas condições e se recuperando da cirurgia. O prazo de recuperação e de maior controle na realização de vários movimentos e atividades varia de acordo com a cirurgia realizada.

Mas, trata-se um intervalo de extrema importância, no qual o paciente deve seguir as recomendações médicas, para que a fase seja menos dolorida, confortável e rápida”, avalia Dr. Alan Landecker (CRM-SP 87.043), Membro Titular e Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), membro da prestigiada International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS) e autor do livro Cirurgia Plástica – Manual do Paciente.

“A prática de atividade física é essencial na vida das pessoas saudáveis. Mas, para que os esportes ou o fitness não interfiram nos resultados da cirurgia, é preciso avaliar caso a caso, dependendo do tipo da cirurgia, para orientar o paciente, liberando-o para os exercícios e atividades gradativamente”, argumenta o especialista.

Para falar mais sobre esse assunto, conversamos com o cirurgião plástico Dr. Alan Landecker, que responde às principais questões. Acompanhe.

1- Qual a importância de malhar depois de fazer uma cirurgia plástica?

É fundamental, principalmente em cirurgias ligadas ao contorno corporal, como a lipoescultura ou lipoaspiração. Como os músculos estão abaixo da gordura e da pele, se eles estiverem tonificados, o resultado será melhor. Quando os músculos estão flácidos, a tendência é das vísceras irem para frente e isso deixa a pessoa com barriga. Estar em boa forma física antes da cirurgia ajuda nos resultados e os exercícios físicos, depois, ajudam a tonificar a musculatura, o que otimiza os efeitos sobre a região submetida à cirurgia plástica. Músculos tonificados por meio de exercícios físicos melhoram o contorno corporal e a barriga fica mais reta.

2) Quanto tempo depois da cirurgia a pessoa pode começar a se exercitar?

Enquanto tem pontos na região operada, o paciente não pode fazer exercícios físicos. Os pontos são retirados de 7 a 14 dias após a cirurgia plástica. Dessa forma, em média, a volta às atividades físicas pode acontecer depois de duas semanas.

A pessoa já pode começar com atividades leves, andar de bicicleta sem peso, caminhadas – nada de atividade de alto impacto. É importante que ela começe a exercitar o corpo. No ritmo adequado, a atividade física ajuda até a diminuir o inchaço mais rapidamente.

Após um mês da cirurgia, a pessoa já pode se exercitar normalmente, com o mesmo ritmo de antes. Vale destacar que o aumento da intensidade da atividade física deve ser gradual e sempre com o acompanhamento de um profissional.

Existem, entretanto, algumas situações específicas que devem ser consideradas:


1) Quem passou por uma cirurgia para implante de prótese de mama, tem que aguardar pelo menos dois meses para realizar exercícios de braço, como aqueles realizados nos aparelhos de musculação. A mulher também deverá utilizar, desde o início, tops que ofereçam melhor suporte, para evitar que os seios balancem.

2) Já quem fez rinoplastia deve evitar exercícios físicos que podem causar traumas durante os dois primeiros meses após a operação.

Se a pessoa não respeitar o tempo de retorno às atividades físicas, pode ocorrer sangramento, dor e inchaço, comprometendo o resultado da operação.

3) Faça uma comparação entre uma pessoa que malha depois de uma plástica e outra que não malha.

É fundamental a prática dos exercícios, porque eles ajudam na manutenção dos resultados da cirurgia, além de melhorar o contorno muscular. A cirurgia plástica não faz milagres, ela integra um plano de bem-estar, que inclui atividade física e dieta alimentar equilibrada. Quando a pessoa não realiza esse plano, a tendência é que a pessoa volte engordar.

A atividade física, após a cirurgia plástica, é benéfica em três aspectos, pois 1) melhora o tônus muscular; 2) mantém o gasto calórico e 3) ajuda na redução do inchaço.

4) Quais os cuidados gerais que a paciente deve ter para malhar depois de uma cirurgia? Por exemplo: não fazer exercícios com peso nas duas primeiras semanas para não correr o risco de “estourar” os pontos; não malhar mais do que 1 hora por dia e cinco vezes por semanas sob o risco de…

A prática do exercício físico deve ser progressiva, a intensidade tem que ir de leve à mais intensa gradualmente. Toda esta prática tem que ser orientada por um profissional de Educação Física.

No caso da pessoa que recebeu prótese mamária, como comentamos, o ideal é usar um suporte resistente ou dois tops para dar sustentação à mama. Isso impede que os seios fiquem balançando, o que pode ocasionar flacidez de pele e deixar a região caída. No caso de lipoaspiração, o uso da cinta não é necessário durante os exercícios. Mas, deve ser colocada depois.

Mesmo as pessoas que gostam de ir à academia diariamente, podem manter esse hábito, mas respeitando o aumento gradual do ritmo. Após quatro semanas da cirurgia, ela pode malhar normalmente.

Confira abaixo os tipos de cirurgias e o tempo para a prática esportiva:

Tipo de Cirurgia Plástica
Atividade Física

Face
Exercícios intensos, como ginástica aeróbica, corrida e ciclismo, podem ser realizadas após 1 mês. Esportes de contato, tênis e outros devem ser evitados por 2 meses.

Pálpebras
Os esportes que não envolvem contato físico podem ser iniciados após 3 semanas. Esportes de contato ou com bolas devem ser evitados por 4 a 6 semanas.

Nariz
Atividades físicas devem ser evitadas por 3 a 4 semanas, já que o aumento de fluxo sanguíneo para a região da cabeça pode gerar sangramentos e retardar a reabsorção do inchaço. Após este período, pode-se retornar à rotina de atividades esportivas lentamente. Esportes de contato e modalidades com bola dever ser evitado por, pelo menos, 2 meses.

Otoplastia (orelha em abano)
Exercícios intensos como ginástica aeróbica, corrida e ciclismo, podem ser realizados após 1 mês.

Mamas
Bicicleta ergométrica pode ser realizada após 3 semanas, contanto que o tórax e os braços fiquem imóveis. Qualquer exercício que utilize os braços de forma intensa, como natação, levantamento de peso,corrida, tênis e outros esportes com bola, é permitido após 2 meses.

Lipoaspiração
Os esportes podem ser reiniciados após 3 a 4 semanas.

Cirurgia das Coxas
Qualquer atividade que utilize as pernas de forma vigorosa deve ser evitada por 2 meses. Esportes que utilizam somente braços, podem ser retomados após 3 a 4 semanas.


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Quando trocar as próteses de silicone?

18:32

O Brasil é o segundo país no ranking mundial dessas cirurgias plásticas.

(Jornal a cidade) - Uma pesquisa do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, aponta que a maior parte das mulheres que utilizam prótese silicone nos seios, só procuram por um médio quando têm algum tipo de problema. Segundo a Secretaria de Saúde, a troca do material colocado na década de 80 deveria ser trocado em no máximo dez anos.

Segundo Alexandre Mendonça Munhoz, cirurgião plástico, as próteses mais antigas tinham uma meia vida calculada em torno de 8 a 10 anos e depois deste tempo a probabilidade da prótese romper é grande. Mesmo assim, de acordo com ele, algumas mulheres só procuram por médicos quando têm sintomas como endurecimento da mama, assimetria e dor. O rompimento da prótese pode gerar complicações como inflamações crônicas.

As próteses mais recentes apresentam durabilidade maior, 15 a 20 anos, mas também têm prazo de validade. Isso ocorre porque como é um material sintético a prótese sofre um desgaste e envelhecimento natural.

O Brasil é o segundo lugar do ranking mundial de plásticas. Os cuidados pré e pós-cirúrgicos são os mesmo necessários quando a cirugia é feita para implantação.


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Cirurgia Plástica e Dermatologia

10:30

O programa Index TV entrevista o cirurgião Eduardo Villas Boas Braga e a dermatologista Lilian Zaccariotto Braga, sobre temas importantes como cirurgia plástica estética e reconstrutora, a conquista da saúde e harmonia da forma corpórea, pele, saúde e aparência, entre outros assuntos.


Veja:



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Ninfoplastia - Cirurgia para a redução dos pequenos lábios vaginais

10:09

Em relatos de mulheres que têm os pequenos lábios hipertrofiados algumas sentem-se constrangidas com o parceiro, consideram esteticamente “feia” essa “alteração” em sua anatomia.

Muito interessante como a medicina avançou e atualmente a mulher pode buscar ajuda médica com questões delicadas como esta. Esta reportagem do site aracatinet mostra que ao mesmo tempo cria-se mais um padrão de beleza imposto às mulheres, já não bastasse os outros: ter seios grandes e empinados, bumbum durinho, cintura fina, cabelos lisos, pele lisinha, etc

Quando a mulher busca alternativas na cirurgia plástica para se sentir melhor com ela mesma tudo bem, mas quando ela está tentando se “encaixar” em um padrão para ser aceita pelo “outro” já é mais complicado.

Somos analisadas esteticamente o tempo todo, seja numa balada, numa entrevista de emprego, por outras mulheres, pelo nosso parceiro (namorado, marido, ficante, etc), mas e quanto a nós? O que você acha de você mesma? O que você não gosta ou gosta em seu corpo é fruto de análise de outros ou sua mesmo?

Além da ninfoplastia existem outras cirurgias na vulva como: lipoaspiração do monte de Vênus e preenchimentos dos grandes lábios.

E você leitor homem, incomoda-se com a estética da vulva de sua mulher/namorada/ficante? Ou acha que fazer cirurgia é desnecessário?

Para saber mais sobre Cirurgias plasticas íntimas e ver fotos antes e depois clique aqui.


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Perguntas e respostas sobre Rinoplastia

12:52

Abaixo estão alistadas perguntas frequentes sobre Cirurgia plastica do nariz, ou Rinoplastia. Todas as respostas foram fornecidas pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Recomendamos que você veja também o vídeo mostrando como é feita uma rinoplastia.

Veja as perguntas:

- A RINOPLASTIA DEIXA CICATRIZES?


Certos narizes permitem que as cicatrizes fiquem escondidas dentro da cavidade nasal. Nestes casos, não haverá cicatriz aparente. Em outros casos, entretanto, existem cicatrizes externas pouco aparentes, como conseqëncia de incisões (cortes) feitos na columela ou nas asas nasais.

Nestes casos, impõe-se a colocação destas cicatrizes externas ( pouco visíveis ), para se proporcionar um melhor resultado à forma final ou mesmo à fisiologia nasal.

- PODEREI ESCOLHER, PARA O MEU FUTURO NARIZ, A FORMA QUE EU DESEJAR?

Não. Existe um equilíbrio estético entre o nariz e a face, equilíbrio este que o cirurgião deve observar, a fim de preservar a naturalidade e autenticidade dessa face. Cada caso é estudado minuciosamente, a fim de que se possa dar ao nariz a melhor forma possível, dentro das exigências da face. Se a sua escolha coincidir com aquele tipo de nariz planejado, sem dúvida seu desejo será atendido. Cirurgião e paciente deverão estar de acordo com o resultado possível de se obter.

- O RESULTADO DEFINITIVO EM RELAÇÃO À FORMA E FUNÇÃO É IMEDIATO?

Não. Várias fases são características do pós-operatório do nariz. Assim é que, numa 1ª fase (logo após a retirada do gesso, em torno o 7º dia), apesar de corrigidos vários defeitos estéticos do nariz original, notamos um edema (inchação) que vai diminuindo com o passar dos dias e que tende a se normalizar em torno do 6º mês. Existem pacientes que atingem o resultado definitivo um pouco antes, bem como outros que ultrapassam este período. A persistência ou não do edema transitório por um período mais longo que o normal geralmente não interfere no resultado final.

- COMO FICARÁ MINHA RESPIRAÇÃO APÓS A RONOPLASTIA?

A Rinoplastia também, visa, se possível, melhorar as condições respiratórias do paciente, quando estas condições são precárias no nariz original. Apesar de haver alguma dificuldade respiratória no pós-operatório mediato (algumas semanas), isto se deve ao fato do “edema” também existir na parte interna do nariz, assim como o movimento de “válvula respiratória” fica prejudicado nesse período, por alteração da elasticidade das asas.

Com o decorrer do tempo tende a normalizar-se. Problemas respiratórios poderão estar ligados ao septo que, em certros casos, poderá ser corrigido no mesmo tempo cirúrgico. Quando a correção do septo demanda cuidados especiais, a rinoplastia deverá ser feita numa segunda oportunidade, após ter sido corrigido o septo.

- SOFRO DE CORIZA CONSTANTE. PODERÁ A CIRURGIA ESTÉTICA ALIVIAR-ME DESTE SOFRIMENTO?

A prática nos mostra que, em alguns casos, após realizada a rinoplastia os sintomas crônicos que vinham incomodando o paciente há anos, poderão ser minimizados ou mesmo desaparecer. Isto, entretanto, não poderá ser assegurado para todos os casos. O importante é esclarecer que as funções respiratórias deverão ser preservadas após a rinoplastia.

- POR QUANTO TEMPO PERSISTE O RESULTADO OBTIDO?


O resultado de uma rinoplastia persiste por longo tempo. Após alguns anos, como em qualquer parte do organismo, poderão ocorrer algumas alterações morfológicas na região nasal.

- A RINOPLASTIA É CONSIDERADA COMO SENDO UMA CIRURGIA PEQUENA ou MÉDIA? E AS COMPLICAÇÕES?

Raramente a Rinoplasia determina sérias complicações. Entretanto, sendo um procedimento cirúrgico, ocasionalmente poderão ocorrer imprevistos na evolução. Felizmente, esses eventuais imprevistos são passíveis de correções posteriores, mediante revisões cirúrgicas, em pró do resultado planejado.

Os possíveis imprevistos não devem ser confundidos com as formas intermediárias pelas quais passa o nariz, no pós-operatório mediato, até que atinja sua forma definitiva.

Quaisquer dúvidas a respeito de uma possível complicação pós-operatória serão esclarecidas pelo seu cirurgião, que se antecipará a informá-lo (a) a respeito disto, sem qualquer constrangimento.

- QUAL O TIPO DE ANESTESIA QUE SE UTILIZA PARA A OPERAÇÃO?

Tanto a anestesia local quanto a geral ou a associada serão utilizadas. Ficará critério de cirurgião e paciente decidirem qual o mais indicado em cada caso.

- QUANTO TEMPO DEMORA O ATO CIRÚRGICO?

Entre 1 e duas horas. Em alguns casos este tempo é ultrapassado, desde que as circunstâncias assim o exijam. Entretanto, o tempo de ato cirúrgico não deve ser confundido com o tempo de permanência do paciente no ambiente de Centro Cirúrgico, pois, esta permanência envolve também o período de preparação anestésica e recuperação pós-operatória. Seu médico poderá lhe informar quanto ao tempo total.

- QUAL O TEMPO DE INTERNAÇÃO?

Poderá variar de meio período até 1 dia de internação. Tudo dependerá do tipo de anestesia utilizada e da recuperação do paciente no pós-operatório imediado. Seu médico procurará determinar o tempo de internação, sempre visando seu maior conforto e segurança.

- SÃO UTILIZADOS CURATIVOS? QUANTOS?

Quando se realiza o procedimento de fratura, o nariz é mantido imobilizado com ou outro material imobilizante, que o recobre totalmente, permanecendo por cerca de 7 a 8 dias, período após o qual é retirado no consultório. Em alguns casos é utilizado o tamponamento nasal , que poderá ser deixado por 24 a 72 horas. Se for realizada a correção simultânea do septo, poderá ser ultrapassado este tempo, com troca de tampões.

- OUVI DIZER QUE O NARIZ SANGRA NOS PRIMEIROS DIAS. ISTO É VERDADE?

Existe um pequeno sangramento, que é normal nas primeiras 48 horas. Isto, entretanto, não deverá ser motivo de preocupação pois um curativo de proteção, sobreposto a abertura do nariz, é conservado propositadamente, a fim de aparar esse sangramento. Esse curativo adicional poderá ser trocado em casa, tantas vezes quanto necessário.

- HÁ DOR NO PÓS-OPERATÓRIO?

Raramente. A rinoplastia apresenta pós-operatório bastante confortável.. Quando ocorrer uma eventual dor, esta é facilmente combatida com analgésicos, que lhe serão receitados como preventivos.

- HÁ PERIGO NESTA OPERAÇÃO?


Raramente uma cirurgia de rinoplastia determina sérias complicações. Isto se deve ao fato de se preparar convenientemente cada paciente para o ato operatório, além de ponderarmos sobre a conveniência de associação desta cirurgia simultaneamente a outras. O perigo não é maior ou menor que uma viagem de avião ou automóvel, ou mesmo um simples atravessar de via publica.

- EM QUE POSIÇÃO DEVEREI DORMIR, NOS PRIMEIROS DIAS?

Sempre com a cabeça discretamente elevada do leito (travesseiro). Manter-se com a face voltada para cima , sempre que possível.

- QUANDO PODEREI TOMAR SOL?

Geralmente após o 3º dia pós-operatório, não existe qualquer inconveniente em se expor ao eventual sol da rua. Se a face apresentar equimoses ( aquelas manchas características de infiltrado sanguíneo), deverá ser utilizado um cremo foto-protetor FPS 30 na face, evitando-se exposições ao sol diário. Entretanto, para exposições longas (praias, banhos de sol), aconselha-se aguardar um período mínimo de 30 a 45 dias.

- QUAL A EVOLUÇÃO PÓS-OPERATÓRIA?

Você não deve se esquecer que, até que se atinja o resultado almejado, diversas fases evolutivas são características deste tipo de cirurgia. Assim é que edemas (inchaço), “manchas” de infiltrado sanguíneo, dificuldade respiratória nos primeiros dias, são comuns a todos pacientes; evidentemente, alguns apresentam estes fenômenos com menor intensidade que outros. Esperamos que você esteja neste grupo.

Caso não esteja, não se preocupe. Dê tempo, que seu organismo se encarregará de dissipar todos os pequenos transtornos que, infalivelmente, chamarão a atenção e alguma pessoa que não lhe poupará a pergunta: “... algo de errado não estará acontecendo?”. É evidente que toda e qualquer preocupação de sua parte deverá ser transmitida ao seu cirurgião plástico, e somente a ele, que tem condições de lhe esclarecer e tranquilizá-lo(a).

Em tempo: geralmente existe um período de euforia, logo que se retira o gesso ou o imobilizador (7º dia). Em raros casos, uma discreta ansiedade advém, em decorrência do aspecto transitório do edema e das manchas sanguíneas. Isto é passageiro e geralmente reflete o desejo de se atingir o resultado final o quanto antes. Tenha paciência. Lembre-se que nenhum resultado de cirurgia estética do nariz deverá ser avaliado antes do 6º mês pós-operatório.

- O RESULTADO DA CIRURGIA ESTÉTICA DO NARIZ COMPENSA?

Evidentemente. A rinoplastia proporciona grandes satisfações. Lembre-se no que lhe foi dito anteriormente: cada caso é analisado individualmente na 1ª consulta, ocasião em que lhe são esclarecidos todos os detalhes aqui relatados, bem como aqueles que por lapso tenham sido olvidados. Desde que nos decidamos mutuamente a realizar a cirurgia (médico e paciente), é porque o resultado compensa.

Caso contrário, deve-se recusar a operação. Esta despretensiosa mensagem foi elaborada com intuito de informa-lo(a) a respeito da Rinoplastia. Através do Site da SBCP na INTERNET, você poderá obter maiores esclarecimentos, se assim o desejar.


- RECOMENDAÇÕES SOBRE RINOPLASTIAS


RECOMENDAÇÕES PRÉ-OPERATÓRIAS:


Comunicar-se com seu cirurgião, até a véspera da cirurgia, em caso de gripe, resfriado, coriza ou quaisquer sintomas que afetem a boca, o nariz ou a garganta.

Internar-se no Hospital indicado, obedecendo ao horário estabelecido.

Em caso de internar-se no mesmo dia da operação, comparecer ao hospital totalmente em jejum.. Evite bebidas alcoólicas ou refeições muito lautas, na véspera da cirurgia.

RECOMENDAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS:

Evitar sol, vento ou friagem nos três primeiros dias.

Trocar o curativo externo tantas vezes quanto necessário.

Cuidados especiais para com o gesso ou o imobilizador: não traumatizar o curativo, evitar a umidade ou a tentação de “retirá-lo para ver como ficou o nariz”.

Obedecer à prescrição médica (receita).

Voltar ao consultório p/curativo, no dia e hora indicados.

Não se preocupar com as narinas obstruídas, em caso de estar usando tampões.. Aguarde retirada dos mesmos.

Evitar sol de praia no período de 30 a 45 dias. Poderá, entretanto, expor-se ao sol ocasional de rua, a partir do 3o. dia, desde que obedecidos os cuidados anteriormente descritos..

Não usar óculos, até que seja autorizado (a). Caso seja imprescindível a utilização dos óculos, solicite orientação ao seu médico de como fazê-lo.

Não se preocupar com as formas intermediárias nas diversas fases (o nariz está inchado).

Tire com seu cirurgião plástico quaisquer dúvidas. Evite sensibilizar-se pelas opiniões dos amigos nesta fase inicial.

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SBCP critica parcelamento muito longo de Cirurgias Plásticas

11:48

(Clicrbs) - Embora a procura por financiamento para cirurgia plástica venha aumentando no Brasil, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) critica quem oferece esse tipo de serviço.


Para o diretor científico da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica de SC (SBCP-SC), Jorge Bins Ely, o corpo do ser humano não pode ser comparado a um produto.

– Dividir o valor da cirurgia em até três, quatro vezes, tudo bem. Isso vai de uma negociação do paciente com o médico. Agora, parcelar em 36 vezes acho um pouco demais. Estão confundindo vidas com carros – defende Ely.

Em visita a Florianópolis no começo deste ano para participar da 25ª Jornada Sul-brasileira de Cirurgia Plástica, o presidente nacional da entidade, José Tariki, disse que cerca de 70 notificações foram feitas a médicos do país no ano passado por ligação com financeiras que atuavam de forma ilegal.

Pedagoga economizou e pagou tudo à vista

A pedagoga Analia Verônica Souza, de 37 anos, de Florianópolis, optou por juntar o dinheiro necessário à lipoaspiração e à prótese mamária em vez de pedir empréstimo no banco.

– Com isso, consegui negociar um valor melhor com o médico – diz ela, que investiu R$ 10 mil nas cirurgias.

Mesmo ainda com muitas dores depois das intervenções, realizadas há 24 dias, a pedagoga afirma que o investimento valeu a pena.

– Fiz por causa da autoestima e realmente ela melhorou muito.

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Cirurgia Plástica na terceira idade

10:44

(Rede Notícia) - Chegar à terceira idade é, para alguns, o encerramento de expectativas e planos. Entretanto, essa visão tem mudado nos últimos anos: nunca se viu tantos idosos em faculdades, atividades de recreação, debates, academias, etc.


Eles estão redescobrindo os prazeres da juventude, como relacionamentos amorosos, preocupação com o corpo e com a mente (vaidade), e, inclusive, participação na arte e no trabalho.

De acordo com a OMS, existem atualmente no mundo 600 milhões de pessoas com idade superior a 60 anos. Segundo as projeções do órgão, esse contingente populacional deve duplicar em 2025, atingindo 1,2 bilhão de pessoas em todo o planeta. Paralelo a esse crescimento, percebe-se uma gradativa procura de idosos que desejam cuidar da aparência nas clínicas de beleza e estética.

Segundo o cirurgião plástico Múcio Leão Pessoa de Castro, a terceira idade está mais consciente da importância do seu papel para a sociedade e aproveita isso para cultivar uma imagem mais preservada e, consequentemente, aumentar a auto-estima. “Apesar de saberem que não voltarão a ter o corpo que tinham aos 20 anos, eles estão dispostos a melhorar o visual, deixar a pele mais bonita e se sentirem bem consigo mesmos. Essa preocupação com a estética precisa estar em sintonia com os cuidados com a saúde, como alimentação balanceada e exercícios físicos moderados”, afirma o médico.

Os maiores desconfortos estéticos na terceira idade estão relacionados à pele do rosto-rugas e flacidez-e gordura corporal. A partir dos 45 anos, homens e mulheres sofrem alterações hormonais, sem falar nos fatores ambientais como exposição ao sol e poluição que colaboram para o envelhecimento da pele. Para atenuar estes sinais, é possível lançar mão do mais moderno tratamento cutâneo: o peeling. “Essa técnica é indicada para flacidez, rugas, cicatrizes e manchas. Ele reorganiza as fibras de colágeno, fazendo com que a pele fique com aspecto mais firme e saudável”, explica dr. Múcio. O procedimento é simples e é realizado na própria clínica.

Outra técnica procurada também pelas pessoas que chegam à terceira idade é o botox. A toxina é utilizada para procedimentos como a elevação da ponta do nariz em pacientes que, ao sorrir ou falar ficam com um suave aspecto de nariz de bruxa, a correção do “sorriso gengival”, que gera o aparecimento da gengiva em excesso, e a elevação dos cantos da boca em pacientes que apresentam um certo grau de queda nessa região, gerando a famosa “ruga da amargura”, usada no tratamento de estrabismo, espasmos na pálpebra e hiperidrose ( suor excessivo nas mãos, axilas e outras partes do corpo). É feita também a suavização das rugas do pescoço de quem tem a musculatura cervical muito pronunciada.

“A grande vantagem é que esses métodos dispensam cirurgia e anestesia, além de não deixarem hematomas. É importante que o paciente procure um cirurgião plástico, faça um check up e tire todas as dúvidas”, finaliza o médico.


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Reportagem sobre aplicação de Próteses de Silicone

13:33

Reportegem exibida no programa Noticidade do SBT sobre uma cirurgia de implante de próteses mamárias de silicone, que foi acompanhada na íntegra pela reportagem. O cirurgião plástico José Mendes Júnior forneceu detalhes, enquanto realizava os procedimentos.

Veja também: Vídeo aplicação de próteses de silicone nos seios




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Veja como tornar as cicatrizes mais discretas após plástica

13:18

Médico lista ações essenciais para preservar a pele; desde a escolha do local do corte até colaboração do paciente no pós-operatório

(Abril) Toda cirurgia ou intervenção deixa uma cicatriz. Afinal, este processo faz parte da recuperação e reconstituição do tecido que passou por um corte e posterior sutura. De acordo com o cirurgião plástico Alexandre Piassi Passos, vários trabalhos estudam o processo cicatricial e buscam melhorar suas consequências. "Não há como prever como ficará a cicatriz após a cirurgia. Isso, porque o mesmo paciente pode apresentar cicatrizes patológicas em algumas partes do corpo e, em outras não", adverte.

Segundo Passos, existem dois tipos principais de cicatrizes patológicas: a hipertrófica e queloidiana. A hipertrófica fica mais espessa que o normal, é limitada à incisão e normalmente é assintomática, ou seja, não causa dor, ardor ou coceiras. Já a queloidiana, além de grossa, tem aspecto nodular, semelhante a um tumor, geralmente foge aos limites da incisão e pode apresentar sintomas incômodos.

"Durante muito tempo, falou-se em testes para verificar propensão ao quelóide realizando-se um corte num local oculto, atrás da orelha, por exmeplo”, diz o médico. “Porém constatou-se que o teste é falível, já que a mesma pessoa pode apresentar queloide numa região e em outra não". O profissional ainda acrescenta que algumas teorias alertam para incisões e suturas posicionadas em locais onde há mais glândulas sebáceas - como é o caso das incisões nas regiões do esterno - osso do tórax.

Cuidados antes e depois
Na avaliação de Passos, a recuperação depende tanto do médico quanto do paciente. O médico tem de ter o máximo cuidado ao tratar da cicatriz, desde a localização da mesma - que, preferencialmente, devem estar camufladas ou escondidas - passando pela tensão dos tecidos.

"Após uma cirurgia plástica, o período de repouso, sem grandes esforços físicos e sem exposição ao sol, são fundamentais para a qualidade da cicatriz, principalmente se for a parte do corpo de grande movimentação, como braços e pernas”.

O cirurgião afirma que o processo cicatricial independe da idade ou do sexo, embora em crianças de 4 ou 5 anos - que por vezes precisam passar por cirurgias reparadoras - observa-se que a cicatriz praticamente desaparece com o tempo. "O mesmo ocorre com pessoas acima de 70 anos, que habitualmente apresentam uma cicatrização melhor do que a de jovens”, salienta.

Existem soluções para amenizar cicatrizes de má aparência deixadas após uma cirurgia plástica. "Após mais ou menos um ano, já é possível ver como ficará a cicatriz. Portanto, pode-se indicar o tratamento para as cicatrizes patológicas. Atualmente o mais indicado é a retirada cirúrgica das cicatrizes associada à radioterapia superficial adjuvante".


Leia mais no site da Abril...

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Lipoaspiração a Laser

12:41

A Smartlipo é nova cirurgia plástica derivada da Lipoaspiração

A lipoaspiração é uma cirurgia plástica que tem a função de eliminar gorduras localizadas através da utilização de cânulas (espécie de mangueira), que as liquefazem e as retiram. Apesar de a lipoaspiração ser umas das cirurgias mais procuradas, deve-se lembrar que é um procedimento estético que não visa fazer a pessoa perder peso e sim, mas eliminar as gorduras que não foram queimadas antes através de dieta e exercícios físicos.

A lipoaspiração tradicional, que é conhecida a pelo menos 30 anos, recebeu várias inovações tecnológicas tornando-se uma cirurgia mais segura e menos agressiva. Uma destas inovações é “Smartlipo”, ou seja, a Lipoaspiração a Laser. A Smartlipo usa a técnica da Laserlipólise, que remove o excesso de gordura através do raio laser, sendo aquecida, dissipada e tornando-se um líquido viscoso. O líquido é então absorvido pelo organismo ou pode ser retirado com outra cânula.

A lipoaspiração laser é ainda, menos agressiva que a “lipo” tradicional, pois, utiliza cânulas, que são de 05 a 01 milímetros. A lipoaspiração normal destrói além das gorduras adiposas, também os vasos sanguíneos e outras estruturas. Porém, o raio de laser é programado apenas para destruir as células de gordura e não causa danos a outras estruturas.

E outra, ele diminui em até 30% o inchamento, a dor e inflamação causada pela lipoaspiração comum e podendo a (o) paciente ter uma recuperação mais rápida, uma vez que o raio laser reduz a perda e lesão nos fluidos orgânicos. O laser ainda tem a vantagem de possuir uma luminosidade que ajudar a conduzir o cirurgião ao alvo certo, ou seja, às gorduras localizadas, permitindo a dissolução destas em pequenas áreas.

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Rinoplastias mau sucedidas - Entrevista com Bruna Felisberto

10:37

A miss Rio Grande do Sul Bruna Felisberto conta, em entrevista ao Domingo Espetacular da Rede Record, a dificuladade que tem para respirar e a depressão que está sofrendo após duas cirurgias de rinoplastia mau sucedidas feitas pelo Cirurgião Plástico Nelson Heller.

A repostagem mostra também o caso da paciente Renata Bardi, que teve que passar por cinco cirurgias reparadoras depois de uma rinoplastia mau feita.






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Pesquisa Datafolha sobre a Cirurgia Plástica no Brasil

10:34

O Instituto Datafolha realizou, a pedido da SBCP, pesquisa inédita para traçar o perfil da Cirurgia Plástica brasileira. Os números refletem a estimativa dos procedimentos realizados no período de um ano compreendido entre Setembro de 2007 e Agosto de 2008. Veja abaixo uma apresentação com os dados completos da pesquisa (Para assistir com maior qualidade escolha a opção tela cheia).



Eis aqui alguns dados da pesquisa:

Tipo de Cirurgia
. Estética - 457 mil (73%)
. Reparadora - 172 mil (23%)

Cirurgias Estéticas
. Aumento das Mamas - 96 mil (21%)
. Lipoaspiração - 91 mil (20%)
. Abdome - 69 mil (15%)
. Redução das Mamas - 55 mil (12%)
. Pálpebras - 41 mil (09%)
. Nariz - 32 mil (07%)
. Face - 32 mil (07%)
. Orelhas - 23 mil (05%)
. Outros - 18 mil (04%)

Cirurgias Reparadoras
. Tumores - 74 mil (43%)
. Acidentes Urbanos - 22 mil (13%)
. Defeitos Congênitos - 21 mil (12%)
. Queimaduras - 21 mil (12%)
. Acidentes Domésticos - 12 mil (07%)
. Reconstrução Mamária - 05 mil (03%)
. Outros - 17 mil (10%)

Sexo
. Estética Feminino - 402 mil (64%)
. Estética Masculino - 55 mil (8,7%)
. Reparadora Feminino - 101 mil (16%)
. Reparadora Masculino - 71 mil (11%)

Nacionalidade
. Brasileiros - 597,55 mil (95%)
. Estrangeiros Não Residentes - 18,87 mil (03%)
. Estrangeiros Residentes - 12,58 mil (02%)


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